quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Um anjo-da-guarda chamado João

João, um dos gatos que partilham comigo o orçamento familiar e o mesmo tecto, acaba de se revelar um providencial anjo-da-guarda, ao alertar os humanos co-habitantes, da eminência de um incêndio que poderia ter sido muito chato, para não dizer outras coisas. Obrigada João!!! Muito obrigada! Ah, não fora os animais e não sei não. Agora não me apetece contar como foi. Só sei que o gato João sabe que eu não tenho sete vidas. M(i)au, m(i)au!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Matar saudades de Trás-os-Montes

Saberão os pássaros, quando sobrevoam estas e outras paisagens, apreciar a sua força e beleza? Questionava-se, porque, enquanto na sua infância queria ter sido um pássaro-voador, agora achava que já só queria ter sido uma ave migratória, tipo andorinha, não obstante lhe desagradar viajar em excursões. Viajar e viajar e depois construir o ninho onde bem lhe aprouvesse, sempre a olhar o mundo de cima. Não por soberba, mas pela sensação de liberdade.
Viajar e ser livre. Livre e feliz.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

O Estado de sítio do Mundo em geral - 1

Se atentados contra a vida de pessoas é mau, atentados contra a vida de pessoas inocentes (será que as há?) é pior, e pior ainda quando essas pessoas são crianças ou diminuídas, mental ou fisicamente, idosas, ou doentes. Agora, se atentados suicidas contra a vida de pessoas são horríveis, atentados suicidas cometidos por duas mulheres com problemas mentais, suicidadas por comando à distância é qualquer coisa que me deixou mentalmente de rastos, deprimida e de esperança definhada em relação à espécie humana. Até onde vai a capacidade de um ser humano fazer mal a outro?...
Se não me tem apetecido escrever é porque ando amargurada com estas e outras coisas que nos estragam uma visão poética da vida.
Não fora o sorriso que provocaram as obras arquitectónicas do nosso Primeiro, enquanto engenheiro, e permaneceria no limbo dos pensamentos obscuros.